É perigoso reduzir a ética da imobiliária a simplesmente seguir a letra da lei

pois
corre-se o risco de que os agentes imobiliários acabem com uma compreensão
minimalista e legalista da ética, que desmorona a moral em legalidade, de modo
que legal significa não claramente ilegal e “se não é ilegal, então está tudo bem”.
Concentrando-se na legitimidade ética em vez de apenas na legalidade
Correndo o risco de simplificar demais, pode-se dizer que os elitistas tradicionais
normalmente sugeririam ir além da lei para se concentrar na legitimidade ética
baseada em argumentos sólidos, e não na legalidade como um argumento
suficiente em si.
Encontrar imobiliarias em piracicaba
Em outras palavras, os elitistas criticariam o legalismo por ser muito estreito e
superficial, e então convidariam a coexistência, competição ou cooperação entre
modelos legais e éticos ao invés de deixar o campo apenas para os advogados.
o caso apresentado (ou similares), a fim de descobrir o que é comportamento
eticamente legítimo ou ilegítimo do agente (ao invés de comportamento ilegal
versus talvez legal versus claramente legal). No próximo passo, os elitistas
muitas vezes recomendariam olhar para filosofias morais mais ou menos
idealistas e tipos de justificativas (como uma alternativa ao mero legalismo livre
de moral) – como posições deontológica, utilitária, ética do discurso ou ética da
virtude.
Apesar dessas diferenças, o direito e a ética tradicional compartilham um foco
idealista e normativo, e esse viés corre o risco de ignorar a importância dos
determinantes interindividuais e empíricos. De forma mais construtiva, faz
sentido combinar esses dois tipos de pensamento com um foco crítico-empírico
e interindividual, como descreverei.

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